Sempre achei auto-analise uma coisa complicada, como diria Clarice Lispector :
"É curioso como não sei dizer quem sou. Quero dizer, sei-o bem, mas não posso dizer. Sobre tudo tenho medo de dizer porque no momento em que tento falar não só exprimo o que sinto como o que se sinto se transforma lentamente no que digo."
Falemos então do que me leva a escrever. No fundo não passa de um entendimento pessoal, mas ainda alem disso algo a que não se tem fuga, qualquer coisa como predestinção se não for muita pretenção minha.
E para finalizar Clarice novamente:
- "Porque há o direito ao grito, então eu grito."
Espero que, quando forem filmar tua biografia, lembrem-se que te seguia muito antes daqui!
ResponderExcluirVai ser um prazer ler você todos os dias...aliás ainda cobro o sorriso do gato de Cheshire por suas palavras!
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